A indústria têxtil possui um dos processos de maior geração de poluentes, contribuindo com a carga poluidora rejeitada no meio ambiente e o esgotamento de recursos naturais.

Além da indústria da moda hoje depender muito de recursos não renováveis, cada tipo de fibra têxtil produzida (algodão, lã, viscose, viscose de bambu, tencel, poliamida/náilon, poliéster, entre outras) causa no ambiente consequências diferenciadas, mesmo que de níveis distintos, sempre existiram impactos ambientais envolvidos. Emissões oriundas do transporte, da criação de animais (no caso da lã e do couro), do tipo de fibra usada (poliéster é derivada do petróleo), do gasto de água e da demanda energética.

No entanto, existem maneiras de aumentar a sustentabilidade dessa indústria e diminuir seus impactos. Entre as práticas que vêm sendo adotadas pelas empresas, tentando reverter o quadro de impactos podemos citar iniciativas que objetivam minimizar a produção de lixo têxtil. Também é de suma importância o cuidado na escolha de fornecedores de tecidos, nas práticas sustentáveis de fabricação, na utilização de tecidos com “selo verde” ou ecofriendly, como é o caso do Oeko-Tex®100, um sistema de certificação internacional do setor têxtil que abrange suas fases do processo, desde a matéria prima até o acabamento final dos tecidos, objetivando certificar que os produtos sejam isentos de substâncias nocivas para a saúde humana.

A Quaker Decor é uma das empresas que matem a preocupação com processos e com o impacto de sua produção. Todos os tecidos da coleção 2019 da marca foram criados para serem altamente recicláveis e são sendo, adequados para vários ciclos de vida, além de estarem de acordo com os padrões da Oeko-Tex®100 .

A produção de seus tecidos é feita utilizando uma tecnologia exclusiva, onde não é necessário que se empregue água durante a fabricação. Além de vantagens como maior durabilidade e fácil secagem – o que garante ciclos de secagem mais curtos e maior economia de energia – esse processo ajuda a preservar a vida e os recursos naturais devido à descarga zero de efluentes, 60% menos de energia e 3 kg a menos de vapor consumidos durante a produção, baixa utilização de água e carbono e escolha de fibras sintéticas com menor consumo de energia.